Em entrevista à reportagem do Jornal Regional, de Ponta Porã, na tarde de terça-feira (6), no escritório de seus advogados, o engenheiro agrônomo Elói Brussamarello negou qualquer envolvimento no assassinato da própria esposa, professora e artista plástica Gicela Maria Van Gyssel Muller. Negou também que estivessem em processo de separação e revelou um caso de infidelidade, um filho de três anos de idade, com outra mulher. Gicela Maria sabia da criança, ficou muito contrariada, mas acabou aceitando o fato, afirmou.
Elói foi apontado como mandante do crime pelo assassino confesso, Paulo Ramos Corrêa, 22 anos, preso na quinta-feira da semana passada em Pedro Juan Caballero como foragido da Justiça (saiu da prisão em agosto para comemorar o Dia dos Pais e não voltou mais) e, então, preso formalmente como autor do homicídio que abalou a cidade. A Polícia Civil já tinha indícios que o ligavam ao crime.
A quebra do sigilo telefônico é fundamental para provar que o assassino falava a verdade. O crime aconteceu no dia 12 de agosto. Paulo Ramos diz que conversou com Elói, pelo celular, momentos antes de seqüestrar a professora, por volta das 12h30.
O delegado Clemir Vieira Júnior pediu a prisão preventiva do engenheiro, hoje. A Justiça deve se pronunciar até o fim da tarde sobre o pedido.
Elói Bussamarello disse que está à disposição da Justiça e da Polícia para esclarecer o crime e entende que a sociedade exige uma resposta “verdadeira” sobre a morte de Gicela Maria. “Só espero que não seja um bode expiatório para um caso que a sociedade espera seu esclarecimento. Desde a morte da minha esposa tenho sido injustiçado com inverdades, boatos maldosos e agora vem um bandido me apontar como suposto mandante.”
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Elói foi apontado como mandante do crime pelo assassino confesso, Paulo Ramos Corrêa, 22 anos, preso na quinta-feira da semana passada em Pedro Juan Caballero como foragido da Justiça (saiu da prisão em agosto para comemorar o Dia dos Pais e não voltou mais) e, então, preso formalmente como autor do homicídio que abalou a cidade. A Polícia Civil já tinha indícios que o ligavam ao crime.
A quebra do sigilo telefônico é fundamental para provar que o assassino falava a verdade. O crime aconteceu no dia 12 de agosto. Paulo Ramos diz que conversou com Elói, pelo celular, momentos antes de seqüestrar a professora, por volta das 12h30.
O delegado Clemir Vieira Júnior pediu a prisão preventiva do engenheiro, hoje. A Justiça deve se pronunciar até o fim da tarde sobre o pedido.
Elói Bussamarello disse que está à disposição da Justiça e da Polícia para esclarecer o crime e entende que a sociedade exige uma resposta “verdadeira” sobre a morte de Gicela Maria. “Só espero que não seja um bode expiatório para um caso que a sociedade espera seu esclarecimento. Desde a morte da minha esposa tenho sido injustiçado com inverdades, boatos maldosos e agora vem um bandido me apontar como suposto mandante.”
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