O acordo permitiria a manutenção do esquema que desviou R$ 44 milhões da autarquia entre 2003 e o final de 2007, quando foi descoberto pela Polícia Federal. A informação foi divulgada pela revista "IstoÉ" deste final de semana com base em peças do inquérito às quais teve acesso.
Germano e Yeda negam participação em qualquer esquema fraudulento. Nas vezes em que foi questionado sobre a nomeação de diretores do Detran, Germano afirmou que a indicação foi do partido e não dele. Seu advogado, José Antônio Paganella Boschi, qualificou a matéria como "inverídica e irresponsável" e anunciou que vai processar a revista.
Da Agência Estado
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