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Por Carlos Vereza
Por Carlos Vereza
Kardec e Karl Marx
Quem tiver curiosidade suficiente poderá fazer uma procura em sites de busca e encontrará um texto que fala do encontro ocorrido entre Marx e Kardec. A tese é defendida pelo pesquisador espírita Sr. Clóvis Nunes.
Dedico parte do meu tempo a pesquisa da sociologia espírita, na procura de um entendimento de como se opera a relação do mundo espiritual com o mundo da matéria bruta onde se manifesta o espírito encarnado. Neste estudo percebi que nós encarnados é que temos a responsabilidade direta sobre a matéria densa que afeta as relações sociais inerentes a vida efêmera no planeta. Recebemos a influência dos irmãos desencarnados, mas somente nós possuímos a capacidade de atuar sobre a matéria no planeta.
As ideias dão forma a matéria e a razão diz que não pode a criatura superar o criador, ou seja, a matéria não deve dominar o espírito. Portanto, cabe a nós, como espíritos espíritas e, conhecedores da verdade, entender a importância da influência do mundo dos espíritos em nossa vida, compreender que estamos sempre recebendo a ajuda dos irmãos libertos da prisão da carne, que nos auxiliam na compreensão do que realmente importa para a nossa evolução moral e, por consequência da sociedade humana que nos inserimos como espíritos encarnados.
Karl Marx cumpre um papel importante na evolução da sociedade humana rumo ao progresso, progresso que passa por um período de domínio do materialismo, da ganância, em que um irmão explora o outro com objetivo da satisfação das paixões da carne. Karl Marx percebe este momento, mas devido à aproximação da Igreja Católica com os interesses da política humana, Marx de forma hábil preconizou um “socialismo materialista”, onde a presença de Jesus não pôde ser realçada devido à ligação errônea da Igreja moderna com o Estado capitalista.
O “socialismo científico” é materialista, pois um socialismo sem Jesus é algo vazio, que se esfacela com o tempo, algo já demonstrado na prática pela ruína da antiga União Soviética.
O socialismo defendido pela sociologia espírita é de cunho puramente humanista, tendo como base a vida e exemplo de Jesus e a dos primeiros apóstolos. E não queiram dizer alguns que a realidade atual é diferente, que não podemos nos basear na vida dos apóstolos para defender uma mudança no mundo, pois se assim o fizermos teremos que afirmar que Jesus também está ultrapassado, o que não é verdade, pois nem perto moralmente nos aproximamos Dele.
Continua em Nas veredas do Vereza
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Quem tiver curiosidade suficiente poderá fazer uma procura em sites de busca e encontrará um texto que fala do encontro ocorrido entre Marx e Kardec. A tese é defendida pelo pesquisador espírita Sr. Clóvis Nunes.
Dedico parte do meu tempo a pesquisa da sociologia espírita, na procura de um entendimento de como se opera a relação do mundo espiritual com o mundo da matéria bruta onde se manifesta o espírito encarnado. Neste estudo percebi que nós encarnados é que temos a responsabilidade direta sobre a matéria densa que afeta as relações sociais inerentes a vida efêmera no planeta. Recebemos a influência dos irmãos desencarnados, mas somente nós possuímos a capacidade de atuar sobre a matéria no planeta.
As ideias dão forma a matéria e a razão diz que não pode a criatura superar o criador, ou seja, a matéria não deve dominar o espírito. Portanto, cabe a nós, como espíritos espíritas e, conhecedores da verdade, entender a importância da influência do mundo dos espíritos em nossa vida, compreender que estamos sempre recebendo a ajuda dos irmãos libertos da prisão da carne, que nos auxiliam na compreensão do que realmente importa para a nossa evolução moral e, por consequência da sociedade humana que nos inserimos como espíritos encarnados.
Karl Marx cumpre um papel importante na evolução da sociedade humana rumo ao progresso, progresso que passa por um período de domínio do materialismo, da ganância, em que um irmão explora o outro com objetivo da satisfação das paixões da carne. Karl Marx percebe este momento, mas devido à aproximação da Igreja Católica com os interesses da política humana, Marx de forma hábil preconizou um “socialismo materialista”, onde a presença de Jesus não pôde ser realçada devido à ligação errônea da Igreja moderna com o Estado capitalista.
O “socialismo científico” é materialista, pois um socialismo sem Jesus é algo vazio, que se esfacela com o tempo, algo já demonstrado na prática pela ruína da antiga União Soviética.
O socialismo defendido pela sociologia espírita é de cunho puramente humanista, tendo como base a vida e exemplo de Jesus e a dos primeiros apóstolos. E não queiram dizer alguns que a realidade atual é diferente, que não podemos nos basear na vida dos apóstolos para defender uma mudança no mundo, pois se assim o fizermos teremos que afirmar que Jesus também está ultrapassado, o que não é verdade, pois nem perto moralmente nos aproximamos Dele.
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* Carlos Vereza é Ator e Escritor
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