A revista Veja que está nas bancas, revela novos incidentes de extorsão, nepotismo, formação de quadrilha, advocacia administrativa e maldades de todo o gênero no local, um covil perigosíssimo, a Casa Civil da Presidência da República.
A reportagem de Digo Escosteguy começa deste modo:
'Fui extorquido na Casa Civil' .
Deputado revela que assessor de Dilma Rousseff exigiu 100 000 reais de propina para agilizar processo que dependia de autorização do presidente Lula.
Desta vez o personagem não é Erenice Guerra e sua "famiglia", todos nomeados por Dilma Rousseff, mas é o advogado Vladimir Muskatirovic, conhecido em Brasília como “Vlad”. Escreve Escosteguy: "Ele ocupa a poderosa chefia-de-gabinete da Casa Civil da Presidência da República".
Assim como a ex-ministra Erenice Guerra fez carreira no governo à sombra da candidata petista Dilma Rousseff, Vlad fez carreira no governo à sombra de Erenice Guerra. Ele era subordinado de Erenice quando esta ocupava a chefia da assessoria jurídica do Ministério de Minas e Energia.
Quando Dilma assumiu a Casa Civil e Erenice levou sua turma junto, Vlad foi o primeiro a acompanhá-las.
Apesar de a ex-ministra ter sido apeada do Palácio após vir a público a existência de uma central de corrupção na Casa Civil, Vlad permanece no cargo.
Não é por acaso. Além da amizade com Erenice, Vlad mantém relações fraternas com o senador Gim Argello, figura secundária dos subterrâneos de Brasília, que, sabe-se lá por qual razão, caiu nas boas graças de Dilma nos últimos anos. Nos ambientes em que o senador Gim brilha, Vlad é uma celebridade.
VEJA descobriu um dos casos que fazem a fama do chefe-de-gabinete.
Em 2007, Vlad, já como assessor de Dilma na Casa Civil, cobrou 100 000 reais de propina, e recebeu parte do dinheiro, para resolver uma pendência de um deputado junto à Presidência da República.
O deputado chama-se Roberto Rocha, do PSDB do Maranhão. Ele é sócio da TV Cidade, retransmissora da Record no Estado, e de duas rádios. O pedágio foi exigido para que a Casa Civil autorizasse uma mudança societária nessa TV.
O que a Casa Civil tem a ver com isso? Tudo.
A concentração de poder na Presidência da República é de tal ordem que cabe à Casa Civil ratificar qualquer compra ou venda envolvendo rádios e TVs do País, que são concessões públicas.
Vitor Vieira/VideVersus
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A reportagem de Digo Escosteguy começa deste modo:
'Fui extorquido na Casa Civil' .
Deputado revela que assessor de Dilma Rousseff exigiu 100 000 reais de propina para agilizar processo que dependia de autorização do presidente Lula.
Desta vez o personagem não é Erenice Guerra e sua "famiglia", todos nomeados por Dilma Rousseff, mas é o advogado Vladimir Muskatirovic, conhecido em Brasília como “Vlad”. Escreve Escosteguy: "Ele ocupa a poderosa chefia-de-gabinete da Casa Civil da Presidência da República".
Assim como a ex-ministra Erenice Guerra fez carreira no governo à sombra da candidata petista Dilma Rousseff, Vlad fez carreira no governo à sombra de Erenice Guerra. Ele era subordinado de Erenice quando esta ocupava a chefia da assessoria jurídica do Ministério de Minas e Energia.
Quando Dilma assumiu a Casa Civil e Erenice levou sua turma junto, Vlad foi o primeiro a acompanhá-las.
Apesar de a ex-ministra ter sido apeada do Palácio após vir a público a existência de uma central de corrupção na Casa Civil, Vlad permanece no cargo.
Não é por acaso. Além da amizade com Erenice, Vlad mantém relações fraternas com o senador Gim Argello, figura secundária dos subterrâneos de Brasília, que, sabe-se lá por qual razão, caiu nas boas graças de Dilma nos últimos anos. Nos ambientes em que o senador Gim brilha, Vlad é uma celebridade.
VEJA descobriu um dos casos que fazem a fama do chefe-de-gabinete.
Em 2007, Vlad, já como assessor de Dilma na Casa Civil, cobrou 100 000 reais de propina, e recebeu parte do dinheiro, para resolver uma pendência de um deputado junto à Presidência da República.
O deputado chama-se Roberto Rocha, do PSDB do Maranhão. Ele é sócio da TV Cidade, retransmissora da Record no Estado, e de duas rádios. O pedágio foi exigido para que a Casa Civil autorizasse uma mudança societária nessa TV.
O que a Casa Civil tem a ver com isso? Tudo.
A concentração de poder na Presidência da República é de tal ordem que cabe à Casa Civil ratificar qualquer compra ou venda envolvendo rádios e TVs do País, que são concessões públicas.
Vitor Vieira/VideVersus
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