Demétrio Weber /O Globo
O ministro da Saúde José Gomes Temporão disse, nesta quarta-feira, que casos da superbactéria KPC (Klebsiella Pneumoniae Carbapenemase) também já foram confirmados em São Paulo e no Paraná. Não há registro de mortes nos dois estados.
No Distrito Federal, foram registrados 135 casos da KPC, com 15 mortes confirmadas pela superbactéria que é um organismo resistente a antibióticos.
No Paraná, há registro de pelo menos 21 casos, sem óbitos, na cidade de Londrina. O balanço paranaense não inclui dados da capital Curitiba.
São Paulo também já convive com o problema, mas a Secretaria da Saúde paulista não tem balanço sobre os casos da KPC. A secretaria informou, entretanto, que não há surto da KPC no estado.
Segundo a secretaria, a notificação desse tipo de doença não é obrigatória. Já a Anvisa diz que a notificação do surgimento de casos da superbactéria é obrigatória.
- Existem problemas de infecção hospitalar em hospitais brasileiros. O que tem que haver é vigilância, modificação e medidas práticas. Como é uma bactéria nova, que apresenta especificidades, estamos chamando os maiores especialistas brasileiros para ouvi-los e ver o que pode ser feito além do que já está sendo realizado - disse Temporão, em Brasília.
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O ministro da Saúde José Gomes Temporão disse, nesta quarta-feira, que casos da superbactéria KPC (Klebsiella Pneumoniae Carbapenemase) também já foram confirmados em São Paulo e no Paraná. Não há registro de mortes nos dois estados.
No Distrito Federal, foram registrados 135 casos da KPC, com 15 mortes confirmadas pela superbactéria que é um organismo resistente a antibióticos.
No Paraná, há registro de pelo menos 21 casos, sem óbitos, na cidade de Londrina. O balanço paranaense não inclui dados da capital Curitiba.
São Paulo também já convive com o problema, mas a Secretaria da Saúde paulista não tem balanço sobre os casos da KPC. A secretaria informou, entretanto, que não há surto da KPC no estado.
Segundo a secretaria, a notificação desse tipo de doença não é obrigatória. Já a Anvisa diz que a notificação do surgimento de casos da superbactéria é obrigatória.
- Existem problemas de infecção hospitalar em hospitais brasileiros. O que tem que haver é vigilância, modificação e medidas práticas. Como é uma bactéria nova, que apresenta especificidades, estamos chamando os maiores especialistas brasileiros para ouvi-los e ver o que pode ser feito além do que já está sendo realizado - disse Temporão, em Brasília.
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