Uma briga de ex-companheiros acabou em morte nesta sexta-feira em Canguçu.
A vítima, Rita de Fátima Borges de Borges, 35 anos, foi assassinada por degola após receber golpes de faca nas costas e peito.
O suspeito de assassinar Rita de Fátima, G.F.C - conhecido pela alcunha de Jardel - também alvejou com dois disparos de arma de fogo, o filho da vítima de 16 anos, que felizmente, o acertaram de rapão, quando tentava impedir a morte da mãe.
O fato ocorreu na Vila do Presídio, como é popularmente conhecido o local em que o corpo foi encontrado e onde Rita e seu filho residem.
Jardel é morador da estrada da Pedreira, bairro Vila Nova.
Logo após praticar os crimes (assassinato e tentativa de homicídio), G.F.C evadiu-se do local em uma moto CG 125 FAN, de cor vermelha, placas IRH-4367.
A delegada Paula Vieira e o tenente Luiz Gonzaga Pereira, da Brigada Militar, acompanharam a investigação da Perícia no local.
Não é de praxe a exposição na mídia de nomes pela Polícia Cívil, porém para a preservação da segurança da comunidade pela brutalidade do crime, foi autorizado pela delegada Paula Vieira, a divulgação do apelido do suposto assassino.
São os fatos até então divulgados.
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A vítima, Rita de Fátima Borges de Borges, 35 anos, foi assassinada por degola após receber golpes de faca nas costas e peito.
O suspeito de assassinar Rita de Fátima, G.F.C - conhecido pela alcunha de Jardel - também alvejou com dois disparos de arma de fogo, o filho da vítima de 16 anos, que felizmente, o acertaram de rapão, quando tentava impedir a morte da mãe.
O fato ocorreu na Vila do Presídio, como é popularmente conhecido o local em que o corpo foi encontrado e onde Rita e seu filho residem.
Jardel é morador da estrada da Pedreira, bairro Vila Nova.
Logo após praticar os crimes (assassinato e tentativa de homicídio), G.F.C evadiu-se do local em uma moto CG 125 FAN, de cor vermelha, placas IRH-4367.
A delegada Paula Vieira e o tenente Luiz Gonzaga Pereira, da Brigada Militar, acompanharam a investigação da Perícia no local.
Não é de praxe a exposição na mídia de nomes pela Polícia Cívil, porém para a preservação da segurança da comunidade pela brutalidade do crime, foi autorizado pela delegada Paula Vieira, a divulgação do apelido do suposto assassino.
São os fatos até então divulgados.
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