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A polêmica envolvendo a questão da reforma da previdência marcou a segunda reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (Conselhão) onde os conselheiros começaram a se posicionar perante o governador.
Na tarde desta quinta-feira, Tarso Genro apresentou as diretrizes do "Pacote de Sustentabilidade Financeira" que deve ser encaminhado à Assembléia Legislativa no final do mês.
Trata-se de um pacotaço fiscal, com o objetivo de dar um grande incremento na arrecadação do Estado.
A parte mais polêmica do pacote, que se refere às mudanças na previdência (o aumento de 11% pra 16,5% na contribuição de servidores que recebem acima de R$ 3.689,66 e também a proposta de criação de um novo fundo previdenciário), recebeu críticas e elogios.
O presidente do Sindicato dos Servidores, Claudio Augustin, se mostrou contrariado com o projeto:
"Vim para o conselho por entender que é um espaço de contribuição à democracia, mesmo sofrendo inúmeras críticas. A câmara setorial dedicada a discutir a previdência no Conselhão sequer discutiu o diagnóstico da previdência. Considero desrespeitosa a posição do governo, pois estamos tratando de questão fundamental sem debate algum. Isso é equivocado política e tecnicamente".
* Como é possível que um experiente dirigente sindical do serviço público se mostre tão bobo diante das intenções do governo petista? Ora, isso sempre é possível diante do corporativismo pelêgo. Curioso será ver a reação de juízes, desembargadores, procuradores de Justiça e de Estado, promotores, defensores públicos e fiscais do ICMS.
Fonte: Vitor Vieira / VideVersus
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A polêmica envolvendo a questão da reforma da previdência marcou a segunda reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (Conselhão) onde os conselheiros começaram a se posicionar perante o governador.
Na tarde desta quinta-feira, Tarso Genro apresentou as diretrizes do "Pacote de Sustentabilidade Financeira" que deve ser encaminhado à Assembléia Legislativa no final do mês.
Trata-se de um pacotaço fiscal, com o objetivo de dar um grande incremento na arrecadação do Estado.
A parte mais polêmica do pacote, que se refere às mudanças na previdência (o aumento de 11% pra 16,5% na contribuição de servidores que recebem acima de R$ 3.689,66 e também a proposta de criação de um novo fundo previdenciário), recebeu críticas e elogios.
O presidente do Sindicato dos Servidores, Claudio Augustin, se mostrou contrariado com o projeto:
"Vim para o conselho por entender que é um espaço de contribuição à democracia, mesmo sofrendo inúmeras críticas. A câmara setorial dedicada a discutir a previdência no Conselhão sequer discutiu o diagnóstico da previdência. Considero desrespeitosa a posição do governo, pois estamos tratando de questão fundamental sem debate algum. Isso é equivocado política e tecnicamente".
* Como é possível que um experiente dirigente sindical do serviço público se mostre tão bobo diante das intenções do governo petista? Ora, isso sempre é possível diante do corporativismo pelêgo. Curioso será ver a reação de juízes, desembargadores, procuradores de Justiça e de Estado, promotores, defensores públicos e fiscais do ICMS.
Fonte: Vitor Vieira / VideVersus
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Um comentário:
Saudações,
Importante ressaltar que a suba da aliquota é sobre a diferença, e não sobre o todo.
A citada mudança também não vai incidir sobre mais de 80% dos servidores do RS, mas de forma crescente conforme o salário.
Att
Cláudio
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