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O governo anuncia nesta quinta-feira, mais uma pacote de medidas para estimular a economia. O Ministério da Fazenda vai reduzir à metade o imposto sobre as operações de crédito feitas por pessoas físicas e dará incentivos para alguns setores, como o de eletroeletrônicos.
Em abril deste ano, a Fazenda dobrou a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), de 1,5% para 3%, como parte do esforço para moderar o consumo. Agora, preocupado com a perda de dinamismo da economia e com a perspectiva cada vez maior de um desfecho lento para a crise européia, o governo resolveu reverter a medida.
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, deixou claro nesta quarta-feira que o foco dessa nova rodada de estímulos seria o crédito.
"Vamos levantar um pouco as restrições que tinham sido feitas no início do ano, as tais medidas macroprudenciais", disse o ministro.
Pimentel afirmou ainda que há várias ações que podem ser feitas na área do crédito, além da redução de tributos.
"Pode aumentar o prazo, pode tirar a entrada no crédito ao consumidor, tem muita coisa que pode ser feita", disse, sem definir se o pacote que será anunciado contemplará todas as alternativas.
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O governo anuncia nesta quinta-feira, mais uma pacote de medidas para estimular a economia. O Ministério da Fazenda vai reduzir à metade o imposto sobre as operações de crédito feitas por pessoas físicas e dará incentivos para alguns setores, como o de eletroeletrônicos.
Em abril deste ano, a Fazenda dobrou a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), de 1,5% para 3%, como parte do esforço para moderar o consumo. Agora, preocupado com a perda de dinamismo da economia e com a perspectiva cada vez maior de um desfecho lento para a crise européia, o governo resolveu reverter a medida.
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, deixou claro nesta quarta-feira que o foco dessa nova rodada de estímulos seria o crédito.
"Vamos levantar um pouco as restrições que tinham sido feitas no início do ano, as tais medidas macroprudenciais", disse o ministro.
Pimentel afirmou ainda que há várias ações que podem ser feitas na área do crédito, além da redução de tributos.
"Pode aumentar o prazo, pode tirar a entrada no crédito ao consumidor, tem muita coisa que pode ser feita", disse, sem definir se o pacote que será anunciado contemplará todas as alternativas.
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Estadão
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